O que acontece com a maioria dos relacionamentos de hoje não é que acaba o amor, acaba a dedicação, o empenho para fazer dar certo. Quando se trata de relacionamentos, as coisas não acontecem naturalmente, exige que façamos acontecer, que pensemos no relacionamento, e em formas de mantê-lo firme, vivo. É a famosa história do regador e da plantinha, sabe? Mas ao invés disso, dizem que o amor acabou. Mas quando a gente ama algum objeto ou algo de verdade, e quando esse algo estraga, a primeira reação é tentar consertar/arrumar e só depois, se não tiver jeito mesmo, substituímos. Do contrário não existiriam empresas de manutenção técnica, e só existiriam empresas vendedoras de produtos novos.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Uma vida em um segundo
Sorte que a gente tem a vida inteira.
Vida.
Inteira.
Parece muito. Parece bom. Parece ótimo.
Parece infinito. Parece inacabável. Parece imortalidade.
Pensar assim faz bem.
Faz bem para a alma, traz felicidade e menos preocupação.
Mas algo que penso eu com meus botões é: Quanto tempo tem uma vida?
Não tem tempo.
É assim. Não tem um padrão. Dizem que a vida tem em média 70 anos.
Mas e aqueles que a perdem uma década depois de a ter ganhado?
Se houvesse um tempo preciso, seria injusto para alguns e justo para outros.
Aos 70 todos morrem. Sem passar nem antecipar. Aqueles que poderiam viver até os 100 não iriam gostar, e os que nem aos 30 conseguiram chegar, aprovariam a ideia. E talvez assim, seria até mais justo. Ou não.
A imprevisibilidade da vida talvez seja o melhor dela. Isto de não saber se amanhã estaremos aqui, faz com que vivamos (ou deveríamos viver) todo momento como se fosse a estação final, o game over, o the end. Faz com que briguemos com alguém, e no minuto seguinte já desejamos perdoá-lo ou pedir perdão. Talvez por isso Deus não quis deixar um tempo certo para a vida. Porque aí tudo seria muito bem planejado, não correríamos risco. Não saberíamos o gosto da vitória, nem medir a força que temos. E é por isso que temos sorte porque temos a vida inteira pela frente. Mesmo que os próximos instantes durem um momento, ou um piscar de olhos. Sorte que temos vida. Que temos oportunidade todo dia de experimentar coisas novas. Coisas. Momentos. Experiências que só sabe quem se vive. Quem se vive. Não quem existe. Existir qualquer objeto existe. Mas viver, deixar e levar marcas da vida. Ah! É disso que estou falando. Ter no corpo várias cicatrizes. Cicatrizes que contam histórias por si só.
Vida. Inteira. Não parece mais ser perpétua. Deve ser intensa de tal forma que se torne eterna, imortal aonde quer que vamos depois que ela se acaba.
Não há bem material algum que se compare ao sabor que tem emoções, momentos, sensações e sentimentos que experimentamos todo dia, todo instante, todo momento nesta vida em um segundo.
Pense nisto!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
E assim, chegar e partir!
"Mas lembrar-se com saudade é como se despedir de novo.
(Clarice Lispector)
E é assim. Quando algo já não nos serve, descartamos ou somos descartados. Porém antes, nos despedimos.
Despedir é algo que aprendemos quando criança, despedir de nossos avós que vieram passar as férias conosco, mas que já irão voltar para casa. Do primeiro cachorrinho que tivemos, mas morreu de velhice ou doença. De algum parente que já se foi. De nosso emprego e dos amigos que fizemos nele. De algum amigo que foi embora ao passar no vestibular em uma cidade do outro lado do país. Do ano que passou. Despedir do namorado que já não nos quer mais em sua vida. Despedir da raiva e da mágoa quando cumprimentamos o perdão. Despedir daquele amor que foi bom, mas atualmente só nos faz mal. E a cada despedida sofre-se o processo de adaptação à ausência do que já não está mais presente entre nós. E com um tempo despedimos de nós mesmos, daquele que éramos quando possuíamos o que perdemos, e talvez essa seja a despedida mais doída. Despedirmos da criança que somos, para tornarmos adultos, e na velhice, teremos de despedir deste adulto que fomos. E será assim, até a morte fazer com que de nós, os outros se despeçam.
domingo, 20 de novembro de 2011
Me dá um sinal, um sinal de amor.
Começo assumindo tudo, abaixo a arma, tiro do bolso o orgulho, a insegurança, as dúvidas, incertezas, meu medo. Agora você já sabe o que estava havendo comigo, me vê de forma transparente.. Talvez assim seja melhor.. tirei o estado defensivo, estou abrindo as portas, abaxei a guarda.
Na verdade, nem eu esperava dizer o que queria dizer.
Meu caminho é meio confuso, ainda me sinto um pouco perdida. Mas você pode me trazer lucidez. Estou me encontrando, cada vez que penso em nós. Enquanto você não vem..
Talvez sozinha eu chegue mais rápido em algum lugar, mas não saberei o que fazer quando chegar lá.
Me acompanhe! Podemos alcançar o nosso lugar, e sem pressa.. não quero acelerar nenhum minuto quando estivermos juntos. Apreciando a vista, sentindo a brisa.. desfrutar casa momento bom com você.
Eu sei, tenho feito tudo errado ultimamente, mas por favor, entenda!
Não tive a intenção de te assustar, te afastar de mim,.
Queria aproximação, sem ter que dizer o meu desejo à você!
Você? Ahh, você é uma icógnita, um ponto de interrogação!
Por que essa resistência em se abrir comigo? Não quero te conhecer, não o que todos conhecem sobre você. Quero conhecer sua alma, enxergar o que nem mesmo você sabe. Não precisa ter medo, vou usar isso a nosso favor. Me autorize viajar pela sua mente, quero ver se estou em cena, saber se pensa em mim, o que sente.. Enquanto não descobrir tudo isso, você não me conhecerá de verdade, enquanto me sentir perdida, enquanto não entender como estamos eu não posso tirar a máscara, esse escudo defensivo, sei que me vê tão desconfiada quanto um cão com seu osso.. E de fato estou. Não sei lidar com indefinições. Sou mais reação do que ação, me adapto.
Prometi a mim que só iria revelar o que sou de verdade para pessoas especiais, muito justo, analisando o que já passei. Mas não vou me vingar em você, não. Eu te quero pra mim, explique essa fissura, obcessão que estou em você, porque já não sei definir.
Por favor confie em mim, me deixe confiar em você.
Permita que eu faça você se sentir amado como nunca sentiu antes!
Uma chance, apenas,
quero mostrar a você o verdadeiro motivo para termos nos conhecido!
sábado, 30 de julho de 2011
Estranha Sensação
Os olhos nos olhos.
Brilham como a lua cheia
As mãos não se largam um segundo
A boca pede beijos bem apaixonados
O coração atordoado perde seu ritmo
O riso afastou o pranto e a
felicidade aumentou tanto.
Duas almas sorridentes
Cantando alegremente
Pedem ao destino
ficarem juntas
eterna
men
te
Passar bem :)
terça-feira, 26 de julho de 2011
É a vida, é bonita!
domingo, 24 de julho de 2011
Para Sempre...
Quem não pode suportar a dor da separação, não está preparado para o amor. Porque o amor é algo que não se tem nunca. É evento de graça. Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E quando ele volta,a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro.
(Rubem Alves)
Inverno. Frio. Vento. Solidão. Mais um dia se passa e Eduarda ali, jogada em sua cama, ouvindo canções que a faziam lembrar dele. Canções estas, que não sabia se fazia bem ou não. Uma estranha sensação nostalgica, e ao mesmo tempo doída. Há dias que o lado esquerdo da cama se tornara gélido, e que sua casa involuntariamente se fez fazia. Não queria sair, ver o sol, as pessoas. Se trancara ali, e ali sentia sossego. Sossego para sofrer. Tranquilidade para chorar.
O telefone toca. Ela nem se levanta. Não quer saber quem é, e o motivo da ligação.
Por instantes fecha seus olhos e sente alguém deitando ao seu lado na cama. Sente seus cabelos sendo tocados de uma forma familiar. Era ele!
- Por que você me deix.. - ela pergunta, seu rosto cheio de lagrimas e voz tremula.
- Xiiiiii - ele interrompeu encostando seu indicador nos labios dela - não abandonei você amor. Esta tudo bem, estou aqui, jamais vou te deixar. Um menino e uma menina, lembra? Uma casa na beira da praia, andar pelas pedras aos domingos, ouvir o cd com nossas músicas favoritas antes de dormir.. eu disse para sempre, lembra disso?
Eduarda sente uma dor no coração, uma vontade de que aquele dialogo fosse verdade, mas sabe que é fruto de sua imaginação. Os planos que haviam feito jamais acontecerão. Ela não sabe lidar com a perda, com a separação. Como assim? Por que? Por que as coisas acabam? São tantas perguntas que ela se perde nas inúmeras respostas que não encontra. Não se conforma. Ele se foi. Por que se foi? Queria mais tempo com ele, de senti-lo mais uma vez, abraçá-lo, ouvir sua voz, rir das palavras bobas que ele dizia quando ela estava brava. Mas não!
A continuação dessa história só poderia acontecer em sua mente, na sua lembrança..
E tudo ficou incompleto, não terminado, inacabado.
No ano seguinte, adotou duas crianças. Um menino e uma menina. Comprou uma casa na praia. Fez milhares de cópias do cd e ouvia todas as noites, e aos domingos, passeava sozinha nas pedras, que ficavam na beira do mar, ao som das ondas e imaginando como seria se ele estivesse ali com ela.
E toda vez que o vento tocava e fechava seus olhos, sabia que ele estava por perto. Prometeu amar ele para sempre. Vivia baseando-se nisso. Acreditava que de alguma forma, mesmo que ela não pudesse ver, ele também estava cumprindo a promessa, ela sabia. Pois todas as noites, quando dormia, não mais sentia a cama vazia e fria. Ela arrumava a cama, apertava o play no radio, fechava os olhos e sentia a presença dele, esquentando o outro lado da cama.
Na calmaria do silencio daquela noite dormiu serenamente, ao som das canções favoritas deles. Mas antes sorriu e disse:
"Obrigada por não me deixar, meu amor"
Com um tempo, tudo se ajeita ;) Passe bem!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Inércia
O que é verdadeiro volta? Não. O que é verdadeiro não vai. O que é verdadeiro, permanece.
(Filme: Querido John)
Eu penso que esperam uma reação minha diante disso. É, eu também esperaria, porém não mais agora.
É surpreendente a vida e quem a rege. Sou apenas uma marionete, uma simples participante da minha história, que algumas vezes passo por figurante e outras, protagonistas. Mas isso não me importa, mais.O importante é que a história seja escrita por mim, da forma que eu queira que aconteça. De como acho que é correto. E está correto assim. Porque só não estaria se não fosse eu quem a escrevesse. Eu nem sei o dia que é hoje, pois isso não interessa, mais. O que importa é que eu esqueça o quanto o dia é curto, e faça tudo o que eu faria em um ano, apenas nesse dia. Porque tudo na vida, apesar de previsível, é complexo demais. Um dia estou no auge, mas o problema é saber até quando isso irá durar. O declinio começa aos poucos, sem que eu perceba, até a situação fugir de meu controle, atando totalmente minhas mãos. Sentimento de incapacidade. Onde está o erro? Como reverter? Esqueço.É uma parte da história que não cabe só a mim ser escrita, ou continuar escrevendo.
E apesar de tudo, eu sabia sim que isso aconteceria, e assim como os outros, eu esperava uma reação minha em relação a isso, logo me surpreendo. Não houve reação! Isso pode me incomodar, incomodar a outros, mas eu temia que isto acontecesse, esse sentimento indiferente, de conformismo, de aceitação... Não foi para isso que dividi o poder de decisão da minha vida, para se transformar neste sentimento. Abalou? abalou! Mas não agora, antes, bem antes quando eu descobri o que aconteceria.
Mas o melhor, é que escrevo à lápis.O que realmente vale , reescrevo à caneta, e o resto apago, e escrevo fatos muito melhores. Me desapego, me desprendo. Aprendi a ter facilidade com isto. E seria bom se tivessem também. Porque ela, é do passado. No passado em que vivenciei. E enquanto ela for o seu presente, eu serei também, mesmo que finja não perceber. Estou ligada, querendo me desligar. E é por isso, que procurarei novos atores, que tenham idéias novas, e que saibam dirigir bem as cenas. Assim, acredito, ser feliz de verdade, e não fingir como muitos fazem no desespero.
É surpreendente a vida e quem a rege. Sou apenas uma marionete, uma simples participante da minha história, que algumas vezes passo por figurante e outras, protagonistas. Mas isso não me importa, mais.O importante é que a história seja escrita por mim, da forma que eu queira que aconteça. De como acho que é correto. E está correto assim. Porque só não estaria se não fosse eu quem a escrevesse. Eu nem sei o dia que é hoje, pois isso não interessa, mais. O que importa é que eu esqueça o quanto o dia é curto, e faça tudo o que eu faria em um ano, apenas nesse dia. Porque tudo na vida, apesar de previsível, é complexo demais. Um dia estou no auge, mas o problema é saber até quando isso irá durar. O declinio começa aos poucos, sem que eu perceba, até a situação fugir de meu controle, atando totalmente minhas mãos. Sentimento de incapacidade. Onde está o erro? Como reverter? Esqueço.É uma parte da história que não cabe só a mim ser escrita, ou continuar escrevendo.
E apesar de tudo, eu sabia sim que isso aconteceria, e assim como os outros, eu esperava uma reação minha em relação a isso, logo me surpreendo. Não houve reação! Isso pode me incomodar, incomodar a outros, mas eu temia que isto acontecesse, esse sentimento indiferente, de conformismo, de aceitação... Não foi para isso que dividi o poder de decisão da minha vida, para se transformar neste sentimento. Abalou? abalou! Mas não agora, antes, bem antes quando eu descobri o que aconteceria.
Mas o melhor, é que escrevo à lápis.O que realmente vale , reescrevo à caneta, e o resto apago, e escrevo fatos muito melhores. Me desapego, me desprendo. Aprendi a ter facilidade com isto. E seria bom se tivessem também. Porque ela, é do passado. No passado em que vivenciei. E enquanto ela for o seu presente, eu serei também, mesmo que finja não perceber. Estou ligada, querendo me desligar. E é por isso, que procurarei novos atores, que tenham idéias novas, e que saibam dirigir bem as cenas. Assim, acredito, ser feliz de verdade, e não fingir como muitos fazem no desespero.
Não espere uma atitude fixa minha, nem tente me acompanhar... Posso ter uma reação hoje, amanhã nem me importarei em reagir. Vivo assim, o que deve ser libertado, que vá. E que nunca mais regresse, porque nada será igual, e farei questão de trancar as portas e janelas, principalmente no inverno. A solidão irá me aquecer e as águas me levarão para o melhor lugar, onde haja várias motivos para sorrir e confundi-lo com o paraíso.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Respostas de perguntas tortas
É como se eu tomasse veneno, e exigisse que seu efeito se fizesse em outra pessoa, e ela sofresse os danos, e não eu.Mas aos poucos concluo que minhas escolhas e decisões não estão me fazendo bem.
A começar pelos meus pensamentos e a forma de encarar os problemas. Estou deixando com que o fracasso e o desanimo me dominem e influencie na minha vida.
Percebo o inicio de uma grande mudança involuntária em relação a minha postura, talvez esteja perdendo minha essência, a minha marca, identidade.
A melhor parte de mim se foi. E o que restou ainda estou tentando definir.
Analisando, não acho resposta.
sexta-feira, 25 de março de 2011
São migalhas...
''Mas você pode pegar o céu mais azul e transformar em cinza."
( Point Of View - Mcfly)
Cada palavra que me diz, só faz com que minha vontade de se afastar cresça,
Mil facetas em uma só pessoa, e parece que as mil não me querem por perto,
Ou me querem por momentos, segundos, e não mais por uma vida inteira,
tudo bem, milhares de personalidades em mim, te querem junto delas,
mas não existe essa opção, pois você não faz bem à elas, e nem se esforça para que isso aconteça, pelo contrário.. Só ajuda a piorar tudo!
Se ao menos houvesse sinceridade no que diz, no que faz..
mero engano!
O tempo se esgotou, infelizmente as oportunidades,
as chances que te foram dadas para mostrar mudança,
fidelidade, verdade, não existem mais!
Pare, não diga nada...
Cada letra pronunciada, são dois passos involuntários que dou em direção ao penhasco.
É, não é por vontade própria não, suas palavras, seus gestos falsos me empurram sem dó,
trata de meus sentimentos como se pudesse manipulá-los..
Se nem eu consigo, como você irá conseguir?
Não existe mais ponte, não existe mais nenhuma ligação que havia,
Existe uma garota desesperada, nadando, tentando atravessar o mesmo caminho que faria sobre a ponte.
Tentando, a troco de quê?
De sofrimento e dor?
Não é possível que alguém ainda acredite nessa história,
uma história que não existe mais,
já deixou de existir há tempos!
E não venha com o papo de sentimentos verdadeiros agora,
NÃO!
Chega, me enganou demais, derramei lágrimas que nem sequer sabia que existiam,
não estou disposta a abrir mão de minha felicidade, meu destino, meu caminho, minha vida
por você novamente.
É uma questão de sobrevivência, uma questão de amor-próprio,
de independência.
Não, você não me ama. Você apenas não quer deixar que eu saia da sua vida,
que eu refaça meu caminho, meus planos sem você.
é uma pena que minha certeza tenha se convertido em dúvidas.
Mas é que quando seus olhos são abertos diante da verdade,
não há como fechá-los diante da realidade,
e fazer com que acreditem que a mentira é sincera!
Pode ir, a porta sempre esteve aberta. Porém quando você sair, vou trancá-la
para que não volte depois de algum tempo,
alegando acreditar no futuro planejado que pensamos com tanto carinho.
Ficam as lembranças de um amor sincero, de minha parte,
e de minha vontade, ousadia e coragem de lutar todo esse tempo
para ter você ao lado meu.
Sinto muito, mas não vou viver de migalhas quando posso me alimentar de um grande banquete!
Não precisa mais fingir, seja lá qual foram seus motivos...
Não precisa sentir dó, pois no fim, verei que tudo o que fiz, fiz para nosso bem e não para prejudicar alguém, porém...
É uma pena, que o arrependimento sempre chegue tarde demais e não seja suficiente para maquiar antigas falhas.
Fique com suas migalhas!
Fique com suas migalhas!
Passar bem ~~
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Things she will never say!
A garota, na calada da noite, sentou em sua cama, diante da meia-luz acesa vinda do abajur no criado ao lado de sua cama, após despertar de um pesadelo, abriu o caderno em que ela sempre escrevia sobre seus sentimentos, folheou e parou no último texto, com a caneta vermelha começou a fazer alguns ajustes.
• Você me(faz) fazia sentir amada, protegida e segura.
• (Confia) Confiava em mim, e em meus objetivos.
• Me (apóia) apoiava em qualquer circunstância.
• Me(faz) fazia bem, e raramente meu choro (é) era triste ao seu lado.
• Com você(sinto) sintia que perfeição existe.
• Você(é) era a única pessoa que (tenho) tinha certeza que nunca (irá) iria me abandonar.
• Nunca(mente) mentia em relação aos seus sentimentos.
•(Planeja) Planejava se casar e ter filhos comigo no futuro.
• Não (deixa) deixava eu ter certeza do que (é) era sonho, ou realidade, porque tudo (é) era tão lindo.
•(Diz) Dizia as coisas mais belas existentes.
• Me(faz) fazia chegar ao limite da felicidade.
•(Adoro) Adorava a sua barba, o seu sorriso e o seu cabelo desconectado.
•(Admiro) Admirava a sua força e valentia, principalmente nas situações dificeis.
•(Admiro) Admirava o modo como você me (ama) amava.
•(Amo) Amava o jeito que você (fez) fazia para que em nenhum momento eu hesitasse em deixar de te amar.
Quando terminou, percebeu que seus olhos estavam vermelhos, ardendo, e no papel: lágrimas, lágrimas que nem ela sabia qual o sentimento que as convidou a cair de seus olhos. Então, continuou escrevendo..
Precisava de você, do seu abraço e de todo o resto. Precisava acreditar que tudo continuaria sendo perfeito daqui 20 anos. Precisava acreditar, precisava ser forte. Precisava ter a certeza de que ainda se importa, e de que não serei substituída. Precisava que não houvesse dúvidas e incertezas na minha mente... porém há, e muitas! Mas não tem problema não, pois você nunca vai saber quanto tempo levarei para te esquecer.
Após escrever isso, arrancou a página de seu caderno, amassou o papel e jogou no cesto de lixo, ele nunca iria ler isso que ela escreveu, e mesmo que lesse, não se importaria, porque nada mais que tinha a ver com ela, lhe interessava. Ela nunca pôde lhe contar que muitas vezes desejou sumir, ou que ele sumisse para que as lembranças não voltassem a assombrá-la e a acusá-la de um dia ter acreditado em algo que ficou somente nos planos, e nunca se concretizou. Ele nunca saberia o tamanho do sofrimento dela, mesmo que ela tentasse dizer, ele não iria querer escutar. Mas logo após ela ter feito isto, pediu a Deus força, porque ela sabia que somente Ele poderia suprir aquele vazio que o garoto deixou em seu coração, ela não precisava de um novo amor, um novo romance, nem uma nova pessoa, muito menos se apegar a alguém, só precisava de um tempo pra ela, de um tempo para reconhecer que estava na hora de ganhar maturidade e parar de sofrer por aquilo que jamais voltaria a ser como foi. Ela tinha medo da solidão, de ficar sozinha, porém sabia que se envolver com alguém no momento soaria falso e artificial demais depois do que ela havia sentido e passado. Se ele parecia estar bem, e ela não estava é porque talvez ela não soubesse fingir em relação ao que sentia, porque ela poderia enganar a muitos, mas não a si mesma. E prometeu a si mesma que nenhuma gota escorreria mais pelos seus olhos, pois tudo o que aconteceu, não acontece e nem acontecerá mais, e pra ela quando o É passa a ser Foi, já não lhe interessa mais... Ela não vai morrer por isto, e nem chegar perto disto, porque a vida dela não depende de uma só pessoa, e há muitas outras que dão o devido valor a ela, e sim, a amam de verdade. Talvez essa seja a última vez que ela escreva algo sobre ele!
A garota apagou a luz de seu abajur, deitou em seu travesseiro, sorriu e disse:
(Paulo Coelho)
Passar bem ☺
Motivos "que eu tinha" para amar você
• Você me
• (
• Me (
• Me
• Com você
• Você
• Nunca
•
• Não (
•
• Me
•
•
•
•
Quando terminou, percebeu que seus olhos estavam vermelhos, ardendo, e no papel: lágrimas, lágrimas que nem ela sabia qual o sentimento que as convidou a cair de seus olhos. Então, continuou escrevendo..
Motivos para não amar você
• Você fez com que todos os motivos que você me dava para te amar ficassem no passado.
Após escrever isso, arrancou a página de seu caderno, amassou o papel e jogou no cesto de lixo, ele nunca iria ler isso que ela escreveu, e mesmo que lesse, não se importaria, porque nada mais que tinha a ver com ela, lhe interessava. Ela nunca pôde lhe contar que muitas vezes desejou sumir, ou que ele sumisse para que as lembranças não voltassem a assombrá-la e a acusá-la de um dia ter acreditado em algo que ficou somente nos planos, e nunca se concretizou. Ele nunca saberia o tamanho do sofrimento dela, mesmo que ela tentasse dizer, ele não iria querer escutar. Mas logo após ela ter feito isto, pediu a Deus força, porque ela sabia que somente Ele poderia suprir aquele vazio que o garoto deixou em seu coração, ela não precisava de um novo amor, um novo romance, nem uma nova pessoa, muito menos se apegar a alguém, só precisava de um tempo pra ela, de um tempo para reconhecer que estava na hora de ganhar maturidade e parar de sofrer por aquilo que jamais voltaria a ser como foi. Ela tinha medo da solidão, de ficar sozinha, porém sabia que se envolver com alguém no momento soaria falso e artificial demais depois do que ela havia sentido e passado. Se ele parecia estar bem, e ela não estava é porque talvez ela não soubesse fingir em relação ao que sentia, porque ela poderia enganar a muitos, mas não a si mesma. E prometeu a si mesma que nenhuma gota escorreria mais pelos seus olhos, pois tudo o que aconteceu, não acontece e nem acontecerá mais, e pra ela quando o É passa a ser Foi, já não lhe interessa mais... Ela não vai morrer por isto, e nem chegar perto disto, porque a vida dela não depende de uma só pessoa, e há muitas outras que dão o devido valor a ela, e sim, a amam de verdade. Talvez essa seja a última vez que ela escreva algo sobre ele!
A garota apagou a luz de seu abajur, deitou em seu travesseiro, sorriu e disse:
"Obrigada Senhor Deus, por tudo"
"Quando alguém encontra seu caminho precisa ter coragem suficiente para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada".
(Paulo Coelho)
Passar bem ☺
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Ojala...
Ojala y te me borraras de mis sueños, Y poder desdibujarte. Ojala y pudiera ahogarte en un charco, lleno de rosas y amor. Ojala y se me olvidara hasta tu nombre, ahogarlo dentro del mar. Ojala y que tu sonrisa de verano se pudiera ya borrar. Vuelve corazón, vuelve a mi lado.Vuelve corazón.No vuelve, no vuelve, no vuelve no.
Ojala y te me borraras para siempre de mi vida.Para no volverte a ver. Y Ojala y te me borraras por las noches en el día.Para no volverte a ver. Y Ojala y te me esfumaras de mis sueños, vida mía, para no volverte a ver. No, ni en sueños. Como puedo yo borrar tus besos vida, están tatuados en mi piel. Quiero de una vez por todas, ya largarte.Y borrarte de mi ser.
Ojala y la lluvia me ahogue entre sus brazos, para no pensar en ti. O que pase un milagro o pase algo, que me lleve hasta ti.Vuelve corazón,vuelve a mi lado. Pero no, no, no, no vuelve corazón.No vuelve, no vuelve, no vuelve no.Ojala y te me borraras para siempre de mi vida para no volverte a ver.Y ojala y te me borraras por las noches en el dia para no volverte a ver.Y ojala y te me esfumaras de mis sueños vida mía, y que no me lluevas más.
Y ojala y que la lluvia me ahogue entre sus brazos.Para no volverte a ver, no.Ni en sueños. Pa' que pares de llover.
Sueños, sueños, oh oh sueños.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Como se houvesse tempo suficiente...
" Na vida, não existe tempo suficiente para nada, pois cada dia, surge algo novo que ocupa alguns minutos ou horas de suas 24, que ocupa 1 dos seus 12 meses.. que ocupam alguns anos dos poucos que você tem! "
E a discussão dava para se escutar de longe...
Kevin: Eu não quero saber Beatriz, você me vem com essa sua ladainha de sempre, dizendo que não é bem assim, que estou imaginando coisas, SERÁ QUE SEMPRE ESTOU IMAGINANDO COISAS?
Beatriz: NÃO AUMENTA O TOM DE VOZ PARA FALAR COMIGO KEVIN! - disse, e sua expressão de tristeza se tornou de raiva - EU JÁ DISSE A VOCÊ QUE EU ODEIO BRIGAR, E POR QUE VOCÊ SEMPRE ME VEM COM UMA COISA NOVA?
Kevin: Ah! Então você quer dizer que eu invento tudo isto ? Por que não diz logo que está afim de passar o natal com sua família e não comigo?
Beatriz: Porque eu não ia dizer isso e você ja me interrompeu dizendo que já sabia o que era!
Kevin: E não acertei?
Beatriz: Ah, cala a boca, vai! TCHAU KEVIN, VOU PRA CASA!
Ela se virou e uma lágrima caiu, e saiu andando sem olhar para trás.
A chuva caía bem de leve e Kevin continuou, ali, parado, pensando se realmente ele deveria ter esperado ela dizer o que ela iria dizer antes de tomar qualquer atitude e já ir se enfurecendo com ela. Pensou em ir atrás dela, mas o orgulho o impediu, o seu Ego, a superioridade machista que nele havia não deixou ao menos ele ligar para ela. Ele sabia que se sentiria muito melhor se ela viesse atrás pedindo desculpas e procurando uma reconciliação como sempre fazia quando brigavam. Nunca passavam mais de um dia brigados, porque sempre ela tentava se reconciliar antes de dormir, e fazia isso todos os dias que eles se desentendiam.
E mais uma vez ele a esperaria, talvez ela ligasse ou talvez iria até a casa dele. Então ele achou melhor ir para casa e aguardar Beatriz dar algum sinal de que queria que as coisas voltassem ao normal.
Ao chegar em casa, entrou, fechou-se em seu quarto, e ficou ao lado do telefone, esperando ansiosamente para que ela ligasse, afinal, a briga não tinha sido por um motivo tão sério assim! Ele esperou... esperou... esperou e foi vencido pelo sono e o cansaço de esperar.
No outro dia acordou assustado, pois não havia nem uma chamada perdida, e Beatriz não aparecera em seu apartamento, o que significava que dessa vez ele se surpreendeu porque ela não fez o que costumava fazer. Pensou o que podia estar acontecendo. Ultimamente estavam brigando demais, e ela estava o evitando, nos últimos meses, ela não se encontrava em casa na parte da tarde porque alegara que tinha se matriculado em um curso de pintura.
Então ele resolveu ligar para ela...
NÃO HOUVE RESPOSTA!
Foi até a casa dela, bateu e ninguém atendeu. A vizinha disse que não a viu chegar em casa ontem. Nessa hora Kevin entrou em desespero... O que pode ter acontecido? Será que ela está bem?
Vizinha: Acho que o tratamento dela deve ter reiniciado ontem, porque ela nunca dorme fora de casa. Por que não vai até o hospital?
Kevin: O quê? Tratamento?
Vizinha: Beatriz descobriu que tinha um tumor no coração há 11 meses atrás, e de lá para cá, todas as tardes ela ia ao hospital para receber o tratamento, mas os médicos disseram que ele aumentou de tamanho muito rápido, e nada mais pode ser feito, então ela parou de fazer o tratamento e só ia ao hospital para tomar vitaminas, porque o médico disse que talvez se ela ficasse um pouquinho mais forte, poderia voltar a fazer o tratamento...
Kevin: Ela não me contou isso, por que? - Seu semblante se mostrou preocupado, entristecido, 1000 expressões em um segundo, ele não sabia o que pensar, o que fazer - Você sabe o hospital que ela ia?
Vizinha: Não sei, mas talvez tenha alguma coisa na casa dela, eu tenho uma cópia da chave.
Kevin pegou a chave e na hora que entrou viu Beatriz esticada no chão, correu para ver se ainda havia pulso, sim, ainda havia. Chamou uma ambulância para levá-la ao hospital, mas não acompanhou ela, pois quando entrou na casa de Beatriz, notou que em uma de suas mãos havia uma caneta, e ao lado dela, o telefone e um papel com algumas letras rabiscadas, que transmitiam desespero, algum borrões no papel, dizendo:
Meu amor, neste momento você já deve saber de tudo, tentei te contar ontem, mas você não deixou e acho que era outra coisa. Todo esse tempo quis te poupar da minha dor, tentei protegê-lo para que não sofresse, nunca deixei que fossemos dormir sem resolver nossas desavenças, é porque eu aprendi a viver como se fosse morrer no outro dia, a minha vida se tornou incerta, queria demonstrar o quanto te amava, pois eu podia dormir e acordar, ou fechar meus olhos para sempre.
Te amo e até um dia.
Beatriz
Ao terminar de ler isso, o telefone tocou, era do hospital dizendo que Beatriz não aguentou chegar ao hospital e morreu a caminho.
Já desesperado e cheio de lágrimas, ele correu, correu dali como nunca havia corrido antes, foi para sua casa, e naquela noite, nublada e chuvosa antes de ouvir o disparo do revólver, começou a escrever entre lágrimas e soluços..
Eu vivia como se nunca fosse morrer, e agia assim com as pessoas, com você, com todos, achava que havia tempo demais para reconciliações e para pedir perdão, no entanto, não foi o suficiente, pois sei que todas as noites de reconciliação você ficava triste, poque eu não te dava o devido valor e nunca ouviu de minha boca um pedido de perdão.
Se você viveu como se fosse morrer no outro dia, hoje eu morro para viver com você PARA SEMPRE
Espero que um dia possa me perdoar. Te amo.
Kevin.
No outro dia, encontraram Kevin morto, e na parede um rabiscado que dizia:
VIVA COMO SE FOSSE MORRER UM NO OUTRO DIA!
Fica a dica, Passar bem! ;)
sábado, 18 de dezembro de 2010
O que eu também não entendo!
Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
( Dalai Lama )
Há dias em que me questiono sobre tudo na vida,
é porque conforme os ponteiros vão completando voltas e mais voltas eu me surpreendo mais com os acontecimentos,
cada dia surge algo novo que jamais havia passado pela mente,
e é nesse momento em que me vejo cercada de coisas que julgo não haver saída,
derrepente até haja alguma, mas como saber se é realmente uma saída, ou uma entrada para um problema pior?
O fato é que temos a certeza de algo e depois descubrimos que não era bem assim, necessariamente, exatamente assim... e você se vê em um lugar que parece familiar, mas se faz tão distante de você, tão estranho...
as pessoas, as coisas, o modo de agir, simplesmente tudo...você considera conhecer as coisas, convive há tantos anos com as pessoas, e realmente acredita que conhece, e então com uma atitude de alguns minutos, faz todo o resto parecer mentira...
A complexidade da vida me assusta, você não sabe do futuro, acredita que dias melhores virão...e esquece que no momento em que está pensando em dias melhores, seria perfeito para ser o primeiro dia dos melhores que você espera..
todo dia, a todo instante, você deseja ser melhor em alguma coisa, ou ao menos ser bom em algum coisa, vive numa busca constante por algo que nem você mesmo sabe o que é... Só sabe que se não encontrar passará os proximos anos frustado, com um oco em seus sentimentos...
Derrepente até seja amor que procura, mas por que quando se tem a impressão de que encontrou, sempre surge algum obstáculo, qualquer coisa que te faça repensar se valeria a pena?
Por que o sabor da conquista dura muito pouco? Passar anos planejando para no fim, descobrir que era algo além daquilo que você queria!
Talvez nada que eu tenha dito até aqui faça sentido, ou faria se eu soubesse me focar em alguma coisa... mas é que o cansaço está tomando conta de mim, estou cansada de tentar achar as respostas de perguntas que nem ao menos sei formular, se dizem que é mistério, então que continue sendo assim, mas enquanto não souber como esse sistema funciona, com justificativas ou não, intencionalmente ou não, continuarei errando...e acertando as vezes, tentando fazer no pouco que me cabe algumas pessoas felizes, basta saber que meu combustivel é intensidade dos sentimentos. Porque o que meus olhos podem ver não me impressionam, mas se for capaz de me fazer sentir o coração bater diferente, parabéns, encontrou a mina!
Passe beem!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Eles jamais saberão...
Porque tudo o que eu estou segurando
É tudo que eu não posso deixar ir ♪
Talvez ainda seja o momento de haver lágrimas nos olhos;
Talvez eu tenha que esconder meu sorriso;
Talvez eu deva deixar o vento levar o que escondo atrás de mim,
ou talvez não..
ainda me lembro do que foi dito sobre o futuro;
Independente de qualquer circunstância, jamais verei os olhos castanhos de nossos filhos que nunca existirão;
nem contarei a eles como nos conhecemos em uma noite de Novembro,
nem como nos reencontramos a beira-mar em uma tarde ensolarada de Janeiro, nem como precisamos nos distanciar para saber a força que tem um sentimento verdadeiro, nem como o arrependimento vem para o crescimento, nem como perdoar pode ser uma ótima forma de demonstrar carinho, nem como quebrar regras se torna interessante se a causa for mais um segundo junto, nem que fizemos planos sobre eles, nem que o nome de um deles é de um jogador de futebol, nem que o nome do outro é de uma coisa que se conquista quando se vence algo muito difícil, nem que a mãe deles tinha uma paixão obsessiva por um animal que vive no gelo, nem que era fissurada em signos na época em que nos conhecemos, principalmente no signo do pai deles, nem que os pais deles são dois arquitetos importantes na sociedade, nem que sua mãe sempre viaja para Dubai a trabalho, nem que o seu pai não foi a sua apresentação do colégio no sábado porque foi fazer trilha, nem o quanto era engraçado comer espetinho quase todos os dias as 19horas, nem saberão o porque todo ano os pais deles vão à praia e passam o tempo todo sentado em umas pedras olhando o mar, eles nunca saberão que a mãe todo dia sente a falta do choro deles que jamais será ouvido, nem que a Janet não limpou os vidros da porta da sala como deveria, jamais ele verão as cartas que seus pais escreviam quando começaram a namorar, nem como escolheram a cor do jogo de quarto, JAMAIS saberão como eu amei e ainda amo o pai deles, e que todo dia me enfureço por não poder imaginar mais que irei fazê-los dormir na rede, ou que deixarei eles dormirem entre nós dois, em nossa cama, quando tiverem um pesadelo, que me dói saber que nunca irei assistir uma peça de teatro deles na escola e que não estarei presente quando tiverem algum problema, eles jamais saberão que um dia fizemos tantos planos e NADA, absolutamente NADA será concretizado.
Pelo menos é o que o destino está me fazendo acreditar, que somos diferentes, vivemos em universos paralelos e que um dia, sorrirei ao ver você fazendo compras ao lado de sua mulher no supermercado, com o filho dos dois em seu pescoço... e apenas irei sorrir e dizer: "oii, quanto tempo, você parece ótimo", mas nesse instante, na minha mente, eu me lembrarei de tudo que aconteceu conosco, nossos planos, momentos, recordações, brincadeiras, planos, risos, lágrimas, raiva, tristeza, alegria, da nossa história. E então, continuarei sorrindo e irei me despedir, desejando nunca mais te encontrar, porque toda vez que eu te rever, me lembrarei da nossa promessa de fazer com que SEMPRE fosse o tempo que ficaríamos juntos...
Passar bem, seja feliz :)ou talvez não..
ainda me lembro do que foi dito sobre o futuro;
Queria concretizar os planos,
fazer valer os atos,
minimizar os problemas,
estabelecer os sonhos,
me acostumar com os fatos, mas acima de tudo
cumprir as promessas!
Independente de qualquer circunstância, jamais verei os olhos castanhos de nossos filhos que nunca existirão;
nem contarei a eles como nos conhecemos em uma noite de Novembro,
nem como nos reencontramos a beira-mar em uma tarde ensolarada de Janeiro, nem como precisamos nos distanciar para saber a força que tem um sentimento verdadeiro, nem como o arrependimento vem para o crescimento, nem como perdoar pode ser uma ótima forma de demonstrar carinho, nem como quebrar regras se torna interessante se a causa for mais um segundo junto, nem que fizemos planos sobre eles, nem que o nome de um deles é de um jogador de futebol, nem que o nome do outro é de uma coisa que se conquista quando se vence algo muito difícil, nem que a mãe deles tinha uma paixão obsessiva por um animal que vive no gelo, nem que era fissurada em signos na época em que nos conhecemos, principalmente no signo do pai deles, nem que os pais deles são dois arquitetos importantes na sociedade, nem que sua mãe sempre viaja para Dubai a trabalho, nem que o seu pai não foi a sua apresentação do colégio no sábado porque foi fazer trilha, nem o quanto era engraçado comer espetinho quase todos os dias as 19horas, nem saberão o porque todo ano os pais deles vão à praia e passam o tempo todo sentado em umas pedras olhando o mar, eles nunca saberão que a mãe todo dia sente a falta do choro deles que jamais será ouvido, nem que a Janet não limpou os vidros da porta da sala como deveria, jamais ele verão as cartas que seus pais escreviam quando começaram a namorar, nem como escolheram a cor do jogo de quarto, JAMAIS saberão como eu amei e ainda amo o pai deles, e que todo dia me enfureço por não poder imaginar mais que irei fazê-los dormir na rede, ou que deixarei eles dormirem entre nós dois, em nossa cama, quando tiverem um pesadelo, que me dói saber que nunca irei assistir uma peça de teatro deles na escola e que não estarei presente quando tiverem algum problema, eles jamais saberão que um dia fizemos tantos planos e NADA, absolutamente NADA será concretizado.
Pelo menos é o que o destino está me fazendo acreditar, que somos diferentes, vivemos em universos paralelos e que um dia, sorrirei ao ver você fazendo compras ao lado de sua mulher no supermercado, com o filho dos dois em seu pescoço... e apenas irei sorrir e dizer: "oii, quanto tempo, você parece ótimo", mas nesse instante, na minha mente, eu me lembrarei de tudo que aconteceu conosco, nossos planos, momentos, recordações, brincadeiras, planos, risos, lágrimas, raiva, tristeza, alegria, da nossa história. E então, continuarei sorrindo e irei me despedir, desejando nunca mais te encontrar, porque toda vez que eu te rever, me lembrarei da nossa promessa de fazer com que SEMPRE fosse o tempo que ficaríamos juntos...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
If tomorrow never comes?
Estupidez é acreditar que ainda nos resta tempo suficiente para fazer TUDO.Na realidade há tempo de sobra, mas a sua utilização é de maneira inadequada."
sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Queria fazer diferente!
Eu queria agradar a todos, me humilhar sempre, ter muita paciência, saber agir, tomar iniciativas, sorrir sempre, ignorar ofensas, não deixar que os elogios me subissem a cabeça, obedecer a quem tem autoridade, ser honesta, não mentir, ser mais responsável, fazer as pessoas ao meu redor felizes, dar conselhos úteis, expressar melhor meus sentimentos, não me contradizer, levar a vida mais a sério, levar as pessoas mais a sério, ser menos egoísta, não magoar quem eu amo, oferecer a outra face, ser caridosa, demonstrar mais afeto, aproveitar mais a vida...
A partir do momento em que comecei a ter dificuldades em fazer tudo isso de uma vez só descobri que sou ser humano, reconheci que sou imperfeita, falha demais! E é por isso que muitas vezes eu sou orgulhosa, não tenho muito paciência, não sei agir, espero os outros tomarem iniciativa primeiro, escondo o sorriso, não ignoro as ofensas e ofendo também, sou soberba, desobedeço meus pais, não ajo com honestidade, minto, faço infelizes aqueles que me rodeiam, penso só em mim mesma, dou conselhos imprestáveis, guardo meus sentimentos para mim, me contradigo, levo a vida e as pessoas na esportiva, magoo demais as pessoas, principalmente as que eu amo, digo não quando posso dizer sim, sou irresponsável, sou um poço de indiferença, deixo a vida passar e não faço nada para que alguns momentos sejam marcantes...
E nessa imprevisibilidade vou vivendo, vivo nessa tentativa de querer agradar a todos sem saber realmente do que todos gostam.
Eu tento ser melhor a cada dia, eu juro que tento... mas minhas atitudes, minha mente e minhas palavras me traem, algo irreversível... me arrependo sim, queria ser melhor, não a mim mesma, mas à quem está comigo sempre... porque só assim eu sei que seria um bom caminho para tentar descobrir a perfeição, que muitos acham que já possuo, ou que eles mesmos possuem!
E se me perguntarem o porque de fazer coisas que não gostaria de fazer, eu simplismente responderei: eu não sei! - porque na verdade estou nessa vida só por um pouco de tempo, e pelo pouco que conheço dela sei que agirei mal muitas vezes, e magoarei muitas pessoas, e que não há respostas para todas as perguntas, e as respostas que não são encontradas são declaradas mistérios... Eu quero, e sei que vou conseguir ser melhor dia após dia, e se houver recaídas, que eu comece do zero novamente, mas o que não irei fazer é deixar de tentar, deixar que as coisas caiam na motonia, deixar que caiam no esquecimento os planos que eu fiz para o meu futuro, porque eu sei que somente ao seu lado, e com a minha vida do jeito que está... eu serei feliz!
Passar bem!
A partir do momento em que comecei a ter dificuldades em fazer tudo isso de uma vez só descobri que sou ser humano, reconheci que sou imperfeita, falha demais! E é por isso que muitas vezes eu sou orgulhosa, não tenho muito paciência, não sei agir, espero os outros tomarem iniciativa primeiro, escondo o sorriso, não ignoro as ofensas e ofendo também, sou soberba, desobedeço meus pais, não ajo com honestidade, minto, faço infelizes aqueles que me rodeiam, penso só em mim mesma, dou conselhos imprestáveis, guardo meus sentimentos para mim, me contradigo, levo a vida e as pessoas na esportiva, magoo demais as pessoas, principalmente as que eu amo, digo não quando posso dizer sim, sou irresponsável, sou um poço de indiferença, deixo a vida passar e não faço nada para que alguns momentos sejam marcantes...
E nessa imprevisibilidade vou vivendo, vivo nessa tentativa de querer agradar a todos sem saber realmente do que todos gostam.
Eu tento ser melhor a cada dia, eu juro que tento... mas minhas atitudes, minha mente e minhas palavras me traem, algo irreversível... me arrependo sim, queria ser melhor, não a mim mesma, mas à quem está comigo sempre... porque só assim eu sei que seria um bom caminho para tentar descobrir a perfeição, que muitos acham que já possuo, ou que eles mesmos possuem!
E se me perguntarem o porque de fazer coisas que não gostaria de fazer, eu simplismente responderei: eu não sei! - porque na verdade estou nessa vida só por um pouco de tempo, e pelo pouco que conheço dela sei que agirei mal muitas vezes, e magoarei muitas pessoas, e que não há respostas para todas as perguntas, e as respostas que não são encontradas são declaradas mistérios... Eu quero, e sei que vou conseguir ser melhor dia após dia, e se houver recaídas, que eu comece do zero novamente, mas o que não irei fazer é deixar de tentar, deixar que as coisas caiam na motonia, deixar que caiam no esquecimento os planos que eu fiz para o meu futuro, porque eu sei que somente ao seu lado, e com a minha vida do jeito que está... eu serei feliz!
Passar bem!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
É assim..
Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.
Quem ama não é grosseiro, nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas.
Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo.
Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor é eterno.
(I Coríntios 13 vers. 4:7)
Fonte: http://www.biblianet.com.br/bibliaonline/ntlh/1-corintios/13.html
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Enxergue as entrelinhas!
Só o tempo poderá dizer por quanto tempo o que você ingeriu irá permanecer em você e o que irá sentir quando o conteúdo entrar em suas correntes sanguíneas, passando por todo o seu corpo.
Passe Bem!
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